Mistérios do Canindé


Dida foi ídolo quando jogou no Corinthians. Hoje, na Portuguesa, continua idolatrado pelos corintianos. O volante Guilherme foi ídolo da Lusa. Hoje no Corinthians é odiado pela torcida lusa – e tampouco é amado pelos alvinegros.

Neste sábado, durante Portuguesa 1 x 1 Corinthians, enquanto corintianos ovacionavam o goleiro, os lusitanos xingavam Guilherme no Canindé. Sinal dos tempos. São raros atualmente, tirante os arqueiros, os jogadores que ficam tempo suficiente em um clube para se fixar na memória do torcedor.

Fato curioso. Os jogadores que precisaram sair de campo para receber atendimento médico foram carregados como antigamente, por maqueiros. Faz tempo os estádios têm carrinhos, estilo golfe, para transportar os lesionados. Pois não é que no final da partida o carrinho passa, funcionando, entre os torcedores (foto acima). “E aí, o que aconteceu? Por que não foi usado no jogo?” “Correria, correria, respondeu o motorista.” Mistérios do Canindé.

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