Dez razões para curtir (ou não) o Brasileirão


1 – TIMES MISTOS: 9 dos 20 clubes da primeira divisão ainda estão na Libertadores ou na Copa do Brasil. O problema deve se estender até o dia 11 de julho, decisão do mata-mata nacional. Até lá, 8 das 38 rodadas, ou 20% do Brasileirão, já terão ficado para trás.

2 – CRAQUES SAEM: Jogos Olímpicos em junho, amistosos da seleção brasileira (4 entre maio e junho) e eliminatórias da Copa do Mundo afastarão craques como Neymar, Ganso, Lucas, Oscar, Dedé e estrangeiros convocados para as seleções sul-americanas de boa parte do primeiro turno.

3 –  CRAQUES FICAM: por outro lado, a crise econômica europeia aliada ao aumento de receita dos times brasileiros (o contrato deste ano com a Globo subiu para R$ 1,1 bilhão) deve inibir a habitual evasão de talentos no meio do ano.

Neymar tem contrato com o Santos até 2014

4 – PADRÃO: será a décima edição seguida disputada no sistema de pontos corridos.  A manutenção da fórmula mais justa garante que o melhor time durante o campeonato será o campeão.

5 – AUDIÊNCIA: curiosamente, três dos favoritos ao título – Santos, Fluminense e Vasco -, cujas equipes seguem na Libertadores, terão apenas 6 jogos televisionados na TV aberta, um menos que o Coritiba e a metade em relação ao São Paulo, equipe com mais exibições.

6 –  SEM-TETO: outro ano sem Mineirão, Maracanã, Fonte Nova e parte do Beira-Rio por conta das obras para a Copa do Mundo. E o Palmeiras, mesmo sem estádio no Mundial, mandará seus jogos ora no Pacaembu ora na Arena Barueri enquanto espera a conclusão da Arena Palestra.

Obras para Copa reduziram capacidade do Beira-Rio

7 – EQUILÍBRIO: em 2011, Vasco e Corinthians disputaram o título até a última rodada. O Fluminense, terceiro colocado, brigou até a antepenúltima partida. No Espanhol passado, por exemplo, o Real Madrid ergueu a taça com 33 pontos à frente do terceiro, o Valência. Foi a maior diferença na história da competição, desde 1929.

8  RIO-SP: apesar do equilíbrio, há dez edições o título brasileiro fica entre paulistas e cariocas. Sete vezes em SP (3 do São Paulo, 2 de Santos e Corinthians) e duas no Rio (Flamengo e  Fluminense). Apenas o Cruzeiro, em 2003, quebrou essa hegemonia na era dos pontos corridos.

9 – PÚBLICO: a média tende a aumentar, empurrada pelo acesso do popular Sport e a pela permanência do Bahia e dos clubes mais tradicionais na primeira divisão.

Corinthians teve maior média de público no Brasileiro de 2011

10 – PIOR DO QUE ESTAVA… É o primeiro Campeonato Brasileiro pós Ricardo Teixeira. Assumiu José Maria Marin. Aquele que afanou uma medalhinha na final da Copa São Paulo de juniores. Valerá a máxima de Tiririca?

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