As imagens mostram a intervenção policial na pancadaria entre corintianos neste domingo, no Pacaembu. Um exemplo para promotores e cartolas defensores da redução da torcida visitante como solução para os conflitos nos estádios. Dentro é tranquilo, costuma dizer o promotor Paulo Castilho, membro da Secretaria Nacional de Futebol do Ministério do Esporte.

Fora dos estádios ninguém se atreve a falar nada. Ontem, enquanto Castilho e o coronel Marcos Marinho, chefe de arbitragem e segurança da FPF, exibiam um sistema de monitoramento por biometria facial no Pacaembu, um palmeirense baleado morria num hospital da zona norte.

Foi o quarto teste com a tal parafernália. Coincidentemente, também houve briga no Pacaembu no primeiro, em setembro do ano passado, quando duas organizadas santistas se atracaram em jogo contra o Corinthians. Detalhe: o custo médio de uso do equipamento é de R$ 100 mil por partida.

Fila de entrada, com o jogo rolando, dos torcedores das organizadas

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